Jan
31

Quando se utiliza leitor de proximidade UHF?

Esquema de ligação de um leitor UHF com suas antenas

Esquema de ligação de um leitor UHF com suas antenas

Não é mais nenhum mistério a utilização de tecnologia de proximidade para as mais diversas aplicações de controle de acesso de pedestres ou de controle de acesso de veículos. Quando estamos estamos passando por um pedágio, existem os sistemas que lêem um tag ativo (tag alimentado com bateria) no veículo e se consegue grandes distância de leitura do tag.
O problema se inicia quando queremos fazer uma instalação desta tecnologia na portaria de uma empresa ou na portaria de um condomínio: O alto custo da solução! Normalmente isto inviabiliza o projeto. Então vem a pergunta, por quê não utilizar o cartão de proximidade comum? Utilizados pelos pedestres de condomínio e outras aplicações?
Por um motivo muito simples, o cartão de proximidade passivo, possui uma limitação da distância de leitura. Chegaria no máximo a um metro de distância.
Estão não se pode utilizar um sistema “Sem Parar” num condomínio? Aí entra em cena a tecnologia UHF.
UHF é a sigla para o termo inglês Ultra High Frequency, que significa Frequência Ultra Alta. Os leitores UHF e tag UHF trabalham numa frequência em torno de 920 MHz, ou seja, muito superior à dos cartões de proximidade (125KHz) ou dos cartões MIFARE (13,5 MHz).
Isto resulta numa leitura à uma distância de até cinco metro com a utilização do TAG T2.
Quem já tem a entrada de veículo automatizada com a tecnologia de proximidade, pode tranquilamente fazer a migração para a tecnologia UHF. Sé necessário adquirir o leitor UHF, a antena UHF , como mostra na figura ao lado, e optar por um tag que se encaixar melhor em sua necessidade.
O tag UHF é instalado no interior do veículo, normalmente próximo ao retrovisor, e o usuário já não precisa mais abrir a janela do seu veículo para que seja liberado o acesso da cancela automática.
Ficou dúvidas? Escreva para nós que iremos orientá-lo.

Jan
26

Código de Barras no Brasil

Código de Barras

Código de Barras

Quem não conhece código de barras? Ele está presentes em todos países do mundo e para onde quer que olhamos, lá está ele de novo. Mas não foi sempre assim! Irei falar de como o código de barras foi introduzido no mercado brasileiro, mudando para sempre nossas vidas. As empresas que desbravaram este mercado tiveram que gastar muita saliva para convencer os empresários a aceitar esta nova tendência. No começo da década de 80, algumas empresas já tinham a visão que o código de barras seria muito útil em nosso dia a dia. O grande problema era achar a aplicação o mesmo, ou melhor, fechar o círculo. Surgiram inicialmente a caneta ótica, com ponta de quartzo ou com ponta de safira. Muitas locadoras de vídeo utilizaram este sistema com o intuito de não ter erro nas saídas das fitas (sim, porque DVD nem se sonhava). A missão do atendente era passar a caneta ótica encima do código de barras, numa velocidade constante e numa certa inclinação, tal que o feixe de luz pudesse ser refletido na etiqueta e ser lido de novo. Já as empresas que fabricavam relógio de ponto, começaram a incorporar o sensor de código de barras na fenda do relógio de ponto ou na fenda da catraca. Isto permitiu o surgimento de um nicho no mercado de prestadores de serviço para criação do cartão de código de barras.

Leitores de Código de Barras

Leitores de Código de Barras

Com o tempo o cartão magnético deixou de ser utilizado neste setor, devido ao baixo custo do cartão de código de barras. Esta solução é utilizada até os dias de hoje. Embora o nível de segurança é considerado pequeno, o baixo custo ainda fala bastante alto, no bolso do cliente no momento da aquisição de relógios de ponto e de catracas informatizadas. Vocês podem questionar se não era fácil fraudar o sistema? Sim, era só tirar uma cópia (xerox) do cartão que funcionaria perfeitamente no equipamento. Então os fabricantes encontraram uma forma de dificultar isso. Colocaram uma tarja vermelha, as vezes tão escuras que chamavam de tarja preta, ficava até parecido com cartão magnético. Se o usuário tentasse tirar uma cópia, simplesmente iria aparecer uma tarja negra no local. Claro que para ler este tipo de cartão, o leitor teve que evoluir, surgiu então o leitor com luz infra vermelho. Isto estaria funcionando muito bem até os dias de hoje se não fosse o advento da internet, informando tudo sobre como criar um código de barras. No setor varejista, os supermercados foram os grandes responsáveis para esta tecnologia se espalhar de vez. A coisa funcionou a base de pressão, ou seja, de um lado as empresas de tecnologia apresentavam uma solução que traria muita agilidade no cotidiano dos supermercados. Para que isto funcionasse era preciso que a cadeia de fornecedores de produtos incorporasse um código de barras para diferenciar cada um dos produtos.

Código de Barras EAN13

Código de Barras EAN13

Em 1983 a EAN Brasil foi fundada com a incumbência de dissiminar e coordenar a codificação destes produtos. Cada empresa cadastrada recebe um código e cada produto que for colocado na gôndola, tem um número diferente. Para atender este mercado, foi criado o código de barras padrão EAN13 e EAN8. Basicamente o código é constituído de 13 dígitos (789EEEE PPPPP D) distribuídos da seguinte maneira: os três primeiros identifica o pais 789=Brasil, EEEE é o número da empresa cadastrada na EAN Brasil, PPPPP é o código do produto fabricado por ele e D é o dígito de controle, para que o leitor não cometa erros no memento de identificação do código de barras. Para que isto funcionasse muito bem era preciso um leitor eficiente. Surgiu então os leitores de código de barras a laser e em seguida o multi feixe a laser, para que o operador do caixa se preocupe apenas em mostrar o código de barras para o leitor. Um dos feixes irá realizar a leitura. Ainda bem que tudo isso funcionou, você já imaginou que a tortura de ficar na fila do caixa do supermercado poderia ser ainda maior? O código de barras evoluiu nestes anos e ganhou Código de Barras Bidimensional uma segunda dimensão. Com isso é possível incluir muitas informações numa pequena etiqueta. É como se ele fosse constituído de vários código de barras, um abaixo do outro, permitindo logicamente, mais informação. Você já podem adivinhar que a tecnologia de leitura teve que evoluir mais uma vez. Foi criado o leitor de código de barras bidimensional, ele tem uma varredura a laser horizontal (rápida) e uma varredura vertical (lenta). Isto já foi utilizado em aeroportos, movimentação de materiais, logística e correios. Praticamente 30 anos se passaram e o código de barras cada vez mais se solidifica no mercado. Existem muito mais aplicações e muitos exemplos de utilização do que foi citado aqui. Ainda acredito que o código de barras será superado em breve por outras tecnologias que existem e outras que ainda estão por vir, mas dificilmente terão um custo benefício igualado ao do código de barras.

Fonte: Acesso e Ponto

Jan
25

Cartão de Proximidade RFID Passivo

Cartão de Proximidade RFID

Cartão de Proximidade RFID

Muita gente já utiliza esta forma de liberação de acesso para ingressar no trabalho, condomínios, academias, estacionamentos ou nas portarias das empresas, mas talvez nunca tenha parado para pensar o que é e como funciona um cartão de proximidade RFID. O cartão de proximidade RFID ou ainda contactless card, veio substituir o cartão de código de barras, porém com grandes vantagens: – Facilidade de leitura; – Você pode deixá-lo dentro da carteira para realizar a leitura; – Ele não pode ser copiado; – Tem garantia vitalícia. Existem vário tipos de cartão de proximidade RFID de diversos fabricantes. O mais comum do mercado é o cartão de proxmidade RFID EM4102, que funciona a uma frequência de 125KHz.

Cartão de Proximidade RFID
Ele é composto basicamente de três partes a saber: o chip, a antena e o encapsulamento. O princípio de funcionamento se dá através de antenas de rádio frequência (RF), uma sendo o leitor de proximidade e outra o próprio cartão. Como o cartão não possui bateria, vamos entender como ele consegue suprir esta necessidade. A antena do leitor irá emitir uma frequência constante de baixa potência. Quando o cantão é apresentado à uma área próxima do leitor,isto varia de 5 cm à 90 cm de acordo com o tipo do leitor de proximidade, a antena do cartão começa a receber os sinais das ondas de rádio frequência do leitor e através de seu circuito interno, inicia o processo armazenamento de energia para que o cartão funcione. A partir de uma determinada carga, o circuito interno do cartão de proximidade RFID começa a transmitir para o leitor, o número gravado em seu chip.

Leitor de cartão de proximidade
Na prática isto ocorre durante o processo de aproximar o cartão RFID do leitor de proximidade, tudo muito rápido e imperceptível ao usuário. Este número é único e já vem gravado de fábrica, evitando sua duplicação para tentativa de fraudar o processo de acesso. Quando o cartão de proximidade RFID é afastado da área de atuação deste campo de rádio frequência, a carga da bateria interna vai se extinguindo até que seja iniciado novamente um novo ciclo de leitura. Por isso de diz que este tipo é cartão passivo, ou seja, ele só irá entrar em funcionamento quando estiver próximo ao leitor. No mercado também existe a tecnologia de cartão ativo que possui internamente uma bateria, mas isso é assunto para um próximo post. O princípio de funcionamento também é válido em chaveiro, etiquetas ou tag´s passivo.

Fonte: Acesso e Ponto

Jan
24

RFID, o que é?

Vamos falar de RFID, que vem do Radio Frequency IDentication, significa Identificação por Rádio Frequência. Basicamente é um sistema que utiliza a transmissão de ondas de rádio para realizar comunicação de um dispositivo que contenha informações para realizar liberações de acesso ou leitura de dados deste dispositivos.

Etiqueta eletrônica RFID

Etiqueta eletrônica RFID

É amplamente utilizado nas sistemas de controle de acesso de pedestres, acesso de veículos, sistemas de transportes (bilhete único), rastreamento de animais, área de logística e informações de preço (etiqueta eletrônica).
Para que o sistema seja operacional, de um lado deverá ter uma tag, onde o mesmo irá possuir um número de identificação ou as informações que deverão ser transmitidas e do outro lado uma antena que irá realizar a leitura destes dados. A antena poderá estar conectada à uma placa controladora em sistemas de controle de acesso, PDA´s em sistemas de logísticas ou em automação comercial que será responsável ler a informação e armazenar ou tomar a decisão do sistema.
A frequência utilizada nestes sistema pode varia de 125 KHz a 13,56 MHz. O mais comum é o de 125 KHz que compreende todos os cartões de proximidade, etiquetas eletrônicas, chip´s para rastreamento de animais. A distência máxima de leitura é de 1 metro. Já a frequência de 13,56 MHz é utilizado nas tecnologias MIFARE que pode realizar leitura e escrita no cartão. Um exemplo clássico é o bilhete único utilizado no sistema de transporte na cidade de São Paulo. A distância de leitura normalmente é de 5 cm. Existe ainda os tag´s passivos que funcionam na frequência de 900-928 MHz que conseguem ser lidos a um distância de até 5 metros. Em sistemas onde o tag é ativo, ou seja, existe uma bateria para aumentar a potência de transmissão, estas distâncias podem chegar a 70 metros.

No rastreamento de animais, o chip é implantado sob a pele só podendo ser retirado com uma micro cirurgia. Já estão utilizando estes implantes de chips em humanos também.